Hoje acordei fiz meu café, minha mãe saira cedo para ir na casa da minha tia. Depois do café me propus em sentar na frente do computador para fazer alguns currículos, iria começar a entrega-los segunda, esse era um bom dia.Estava com preguiça de ir pra aula, e logo hoje, não haveria escapatória, tinha prova de gramática, e o Seu Leôncio não era do tipo de pessoa que aceitava atestados caseiros de uma dor de barriga ensaiada.
Então me arrumei e logo os ponteiros se ajeitaram no 12h20, me pus a caminhar calmamente, estava animada somente para outras ocupações e não para aula. Cheguei lá e encontrara Vitória, o que achava mais engraçado era o quanto ela estava falante, normalmente eu que parecia a trombeta.
Chegamos na sala, mesas separadas, folhas viradas para baixo e o olhar frio e desconfiado do Seu Leôncio, o que me fazia ter ataques de risos ao lembrar de seu nome. A prova começou e eu estava tão centrada que mal vi Bernardo entrar, terminei e fui espera-los no pátio.
O que me surpreendera foi que uma menina da sala veio conversar comigo, porque até então só recebia cumprimentos de duas pessoas. Conversamos um pouco, a pouco de saber seu nome, algumas de suas características e o quanto era antipática. Rebeca, era seu nome, cabelos louros, olhos cor de mel, dentes brancos e um corpo totalmente crescido.
Logo se afastara fisicamente com um "tchau" ao ver meu namorado se aproximar, mas não muito longe o fitara com seus olhos melados, e eu parecera um búfalo bufando de tanta raiva...
(Lavínia - 27/02/2000)

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