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domingo, 6 de setembro de 2009

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Será que existem meninas, digamos mulheres iguais a mim? Não sei! Às vezes me acho tão antiga pra minha idade, eu não costumo seguir os paradigmas modernos. Eu sonho demais, que acho que não vivo minha própria realidade. Eu sou do tipo de pessoa que ver filmes e depois chora. Eu decidi que vou escrever um livro, e esses pontos na mesma linha é só pra falar de diversos aspectos de mim mesma.
Eu sempre me apaixonei pela pessoa errada, mas acho que até os 60 anos eu tenha alguém pra dizer EU TE AMO. Sou ansiosa demais. Dou valor aos meus pais, gosto da companhia dos meus amigos, mas sou um pouco solidão. Algumas vezes uso o sorriso pra disfarçar a tristeza, no entanto as lágrimas são inevitáveis. Eu tenho uma fé enorme, mas odeio as divisões de religião.
Eu quero viajar pra tudo que é canto. Eu aprendi a decidi, mesmo sendo indecisa. Quando eu estiver na TPM evite um afago. Eu tenho muito sono, mas também muita disposição pra lutar. Eu nunca tive uma festa surpresa, nem ao menos ganhei rosas. Meu aniversário é mês que vem e sempre chove. Eu gosto de olhares, eu ainda acredito nas pessoas.
Meu coração anda inquieto , talvez procurando respostas. Eu tenho muita coisa pra fazer, mas não sei por onde começar. Eu gosto de cantar, e queria saber tocar violão. Odeio gramática, amo filosofia. Muitos me acham estranha. Eu não sou nenhum pouco sensual, apenas eu mesma, um pouco extrovertida e um tanto acanhada.
Vivo em constante mudança, o que eu sinto costuma ser eterno. Eu quero dormir, mas não consigo, falta algo que sinceramente eu não sei dizer...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Você pode mudar, ou ficar igual


Apesar de adorar filmes, não sou uma pessoa que vá muito ao cinema, às vezes eu perco estreias, e quando tenho chance o filme já está nas locadoras, admito que estava com uma tremenda vontade de assistir "O Curioso Caso de Benjamim Button", e aconteceu o que citará acima, eu assisti esses dias.
Foi algo que me deixou completamente sem sono, e pensando, a partir dai decidi ser outra pessoa, lados que não enxergava em mim, e depois é muito tarde, porque inevitavelmente todos um dia irão morrer. Senti uma tremenda vontade de chorar, por ainda não ter visivelmente coisas na minha vida pra se orgulhar, às vezes vou contra a minha própria vontade.
Nesse momento eu quero sair correndo do lugar aonde estou, não sinto mais a energia boa que eu sentia, isso está prejudicando minhas costas e minha mente, meus dias são monótonos e cansativos demais, todos me cobram um sorriso, bom humor, satisfação, lucros, e até com direito, mas é difícil, principalmente quando se está infeliz!
Aqui está um trecho narrado no filme, pelo qual nunca vou me esquecer: "Para o que vale a pena? Nada é muito tarde, ou no meu caso muito cedo – para ser quem você quer ser. Não há tempo limite; você para quando quiser. Você pode mudar, ou ficar igual – não há regras para isso. Nós podemos tirar o melhor ou o pior disso. Eu espero que você tire o melhor. Eu espero que você veja coisas que te deixem sobressaltada. Espero que você sinta coisas que nunca sentiu antes. Eu espero que você conheça pessoas com um ponto de vista diferente do seu. Eu espero que você viva uma vida que se orgulhe. Se você ache que não está acontecendo, eu espero que você tenha a força para recomeçar tudo de novo."

domingo, 9 de agosto de 2009

O mundo moderno em minha vida


Ah, esse mundo moderno em que precisamos tremendamente do dinheiro como sustento. Não, não, não me vejo nesse mundo. Eu quero alegria, sorrisos, abraços, um dia na praça, amor, e até chuva, eu quero a simplicidade.
Eu e meus 18 anos de luta pra ser alguém diferente, e tenho que cede alguns desejos para esse mundo moderno, em que um engana o outro. Não, não, não quero mais viver nesse mundo. Eu quero analisar o que há de mais critico, e esquecer as coisas mais fúteis. Eu quero poder abandonar sem culpa, esperar um pouco menos, e viver muito mais, menos dores nas costas.
Vamos, vamos minha gente, viver num mundo mais musical, verdadeiramente sonhador, eu sei que existem pessoas iguais a mim, cadê? Que pena, elas moram tão longes, e quando o destino vai fazer nos encontrarmos?
Ah, esse mundo moderno que quem sabe mais, é mais, e acabam desprezando quem realmente sabe. Na fila do ônibus, na sala de estar, num fogarel, ali está alguém pra se conversar, que valha à pena. Não, não, não me vejo nesse mundo. Eu vou votar nulo, já que querem cidadania.
Eu e meus 18 anos, pensando aqui como fazer mudanças urgentes, antes de pensar em morrer, na verdade o que mais quero é viver, viver e mil vezes viver. Aqui estou, na frente de um aparelho moderno, cadê os domingos na praça, na rua, cantando ao redor da fogueira com os amigos, ah! Já sei, tudo tá muito violento e os outros estão ocupados demais...
Não, não, não quero viver nesse mundo, eu não sou desse mundo, tchau eu to indo viajar.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mais que Souvenirs


"Gostaria que minhas neuroses - paradas, imóveis, colocadas de castigo com os rostos voltados para a parede, mas sempre à espreita - deixassem de me assustar na hora mais profunda e plácida da noite, congelando meus pensamentos e liquefazendo as sensações, fundindo-as todas em uma poça de suor e esperança.
Amar intensamente o possível e ignorar o distante, difícil, complicado. Andar leve, abandonar o lastro. Nunca mais dizer 'eu odeio', 'trepar' e 'tenho medo'. Dizer muito mais 'sossego', 'adoro quando você fala isso', 'que gostoso', 'sim'. Gostaria de me tornar a materialização de paz satisfeita de um gato ao sol. Trocar a ansiedade deteriadora por uma bala de menta. Ter pele mais grossa.
Gostaria que alguns deixassem de existir para dar espaço para outros andarem mais livres. Sobraria mais ar. Puro. e então essas pessoas seriam mais bobas, comeriam com a mão, teriam auto-ironia, andariam descalças com frequência, cobrariam menos, amariam mais e não veriam a felicidade alheia como uma ameaça à sua própria."
(Techo do texto "Basta querer" de Ailin Aleixo)


Me lembro como se fosse hoje o dia em que li esse trecho, juntamente com outras partes que simplificavam todas as vezes em que perguntava se "Basta Querer?", aquele dia em que você pensa em abandonar tudo e fazer um novo começo, sem muitas cobranças e falsas expectativas.
Onde as pessoas são mais flexíveis e que o dinheiro e souvenirs não tivessem tanto valor, quanto um abraço, um sorriso, um favor de coração, mas apesar de tudo meu único pedido nesse momento (além de poder quebrar o despertador) é um dia de sol em um lugar calmo e distante das coisas fúteis, seria gostoso e pratico como tomar sorvete...
(Minhas palavras, meu pedido)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Vem de dentro


E por esses dias já fui chamada de "bipolar", certamente isso me surpreendeu mais que o normal, sei que às vezes estou contente mais que o normal e daqui instante já quero sumir e desistir de tudo, creio eu que no fundo todo ser humano deve ter suas tristeza do nada e suas alegrias em comum, e digo mais, gostaria de saber escrever contos, porque assim toda vez que quisesse falar de algo não teria que escrever em 1ª pessoa e não passaria a imagem errada, mas quando tento é como se eu não tivesse escrevendo com essência, como se não fizesse sentido nenhum.
Hoje além de contente me sinto apaixonada, digamos que seria uma paixão inventada, ou velhas lembranças transpassadas para o presente, porque alguém de verdade eu não tenho, e vem até aquela vontade de dizer o quanto amo, mas ai vem a verdade: mais ama quem? O que?
Com isso acabei descobrindo que já que não sei escrever os "tais" contos de encher os olhos de lágrimas e o um pulsamento inacabavel de um coração, vou falar dele como eu sinto por algo que ainda não existe, ou talvez esteja muito escondido, pra alguma coisa há de servir.
Uma das coisas que resolvi em minha vida era arrumar um namorado, não por questões de encalhamento, ou por minhas amigas estarem namorando, afinal eu gosto da "liberdade", mas é porque acho que mereço um pouco de "proteção", ai vem: não quero qualquer um, quero alguém bem diferente que me mostre um mundo que ainda não conheço, é até engraçado o amor que imagino parece até coisa de filme, mas alguma coisa aqui dentro lá no fundo diz que é possivel.
Tudo tem seu momento certo, as horas passam rápido, quando se ver é noite, o novo envelhece e meu tempo não chegou, tudo passa, tudo se repete e eu aguardo, aguardo realizando outros sentidos, mas não me esqueço do que realmente quero realizar.
E te conto, te digo e repito: eu não sei escrever contos, minhas palavras são confusas, não sirvo pra livro de auto-ajuda, mas tenho sentimentos e um amor inventado...







Ouvindo Música: Bruna Caram - Palavras do Coração

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Minha Escolha


E talvez eu deveria ter esperado mais um pouco, mas eu resolvi ligar mais cedo.
Estou com um ar de decepção, e me dei o direito de desistir sem culpa, pois tentei, tentei uma, tentei duas e tentei pela última vez...
Meu corpo se sente fraco, depois de tanta tensão pra nada. Minha vontade é de sumir, e que as pessoas não me perguntem se eu consegui, o pior de tudo é não consegui mostrar o que eu sei...
E agora eu ainda tenho um dia inteiro, dia que tentarei esquecer.
Quero sumir, quero sumir, aonde está a porta de saída? Ou terei que pular a janela?!


(Por enquanto só encontrei lágrimas)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Uma mente confusa

As coisas andam todas reviradas.
Falo rápido demais, fico em silêncio repentinamente.
As pessoas me cansam, mas preciso delas.
Acho que não tenho religião definida, simplesmente acredito em Deus, odeio doutrinas isso só serve para alarmar a guerra.
Adoro cantar, vou aprender a tocar violão, contudo não sei ainda por onde começar.
A doença do momento é H1N1, esses dias sarei de outra gripe, ando fraca, acho que é anemia.
Amanhã é um dia importante, pela 3ª vez.
Não sei o que pensar, as vezes eu quero abandonar tudo, preciso de férias.
Esqueci o meu amor antigo, mas ainda quero me apaixonar de novo.
Vou deixar meu cabelo crescer, eu quero ele castanho.
Um dia eu sonhei que havia perdido a voz, chorei só de imaginar.
Eu amo minha familia e meus amigos.
Ás vezes eu quero morrer, outras vezes eu me arrependo de querer.
Eu odeio me depilar no frio, e odeio pelos.
Eu não sei falar em inglês, mas me viro muito bem.
Adoro café, amo morango e odeio caju.
Não sei mais o que escrever...